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Consultor do Sebrae-SP diz que boa gestão da parte financeira das empresas é fundamental, e ajuda a organizar e planejar todo o negócio.

Fazer um curso com orientações sobre fluxo de caixa no Sebrae-SP foi mais proveitoso do que o empresário Marcelo de Souza Branco, 36 anos, imaginava. Sócio de uma pequena distribuidora de medicamentos no bairro da Saúde, capital paulista, ele estava preocupado com a gestão financeira da empresa, montada há dois anos e meio. "O curso nos ajudou a melhorar a administração do caixa, a controlar mais as entradas e saídas de recursos, a evitar correrias na hora de fazer um pagamento. Mas o mais importante foi que nos deu a noção de que precisávamos organizar melhor a empresa como um todo, e não apenas a parte financeira", conta Branco.

Segundo o consultor de finanças do Sebrae-SP, Luís Alberto Lobrigatti, a lição aprendida por Branco é uma das mais importantes para se ter sucesso nos negócios.

"Fazer uma boa gestão financeira é cuidar de tudo que esteja relacionado aos recursos de empresa, ao dinheiro que entra e que saí. Mas, na verdade, as finanças são o termômetro da saúde da empresa, indicam como ela está. Quando se esforça para melhorar e entender esse lado, o empresário acaba descobrindo que o primeiro passo para resolver os problemas é buscar uma boa organização. E não só do caixa, mas do negócio como um todo."

Caminho

Lobrigatti destaca que em primeiro lugar é preciso ter controle da movimentação financeira, ou seja, dos recebimentos e pagamentos. O caminho é fechar e conferir diariamente o caixa - na empresa e em contas correntes. Ao final do mês, será preciso ainda analisar o resultado de caixa e em que os recursos da empresa foram utilizados, o que vai incluir de fornecedores a funcionários e outras despesas, fixas e extras.

Nessa fase, explica o consultor, é fundamental que quem comanda o negócio seja organizado, guarde e ordene documentos, recibos, notas fiscais e todo tipo de informação. "Mesmo que a empresa não seja informatizada, isso terá de estar armazenado, organizado e disponível, num sistema fácil de se localizar e de se utilizar", ressalta.

Para elaborar o fluxo de caixa, uma das exigências é ter disciplina. "Será preciso fazer, regularmente, a previsão do que está para ser recebido e pago nos próximos meses e os compromissos já assumidos. Terão de ser incluídos no fluxo de caixa os valores relativos às próximas vendas e compras, inclusive os prazos de recebimentos e de pagamentos", orienta. Fazendo isso, complementa o consultor, e sempre considerando os respectivos prazos, se estará cuidando do capital de giro da empresa. Ou seja, se acompanhará a composição do saldo em caixa, os valores a receber e o saldo médio em estoques, além dos saldos a pagar de fornecedores e possíveis linhas de crédito. "Com esse controle rigoroso, ficará muito mais simples saber se está sobrando algum recurso no caixa ao final de cada mês, ou se está faltando, e por que isso ocorre", completa Lobrigatti.

"Muitas pequenas empresas ainda fazem esse controle de forma mais intuitiva, não regular. Com isso, podem nem perceber quando estão perdendo dinheiro, ou deixando de ter lucro, ou tomando crédito em demasia. Ou simplesmente perder boas oportunidades de aplicar, em melhorias na empresa, o que está entrando a mais no caixa", destaca o consultor.

Rotina ajuda

1. Levante o saldo inicial dos recursos financeiros existentes na empresa (em dinheiro, cheques, tickets, bancos); 2. Registre diariamente todas as entradas de caixa (vendas à vista, recebimento de duplicatas, obtenção de crédito, etc); 3. Registre diariamente todas as saídas (compras à vista, pagamento de duplicatas, etc); 4.Apure o saldo final de caixa (saldo inicial + entradas - saídas); 5.Confirme sempre a existência de saldo final.

Serviço Mais Informações e orientação no Sebrae-SP: fone 0800-780202 ou no portal www.sebraesp.com.br

Fonte: Diário de São Paulo - (Caderno Negócios - O Espaço do Empreendedor - Apoio Sebrae-SP) Autora: Sandra Mota - Data de Publicação: 20/11/2005.

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